Oi pessoal! Hoje gostaria de compartilhar com vocês, um episódio que me deixou muito tocada. Sou católica, participo de um grupo de oração
que se reúne às terças-feiras e no último encontro que tivemos, fomos brindados
com a presença de Angélica. Angélica, conhecida carinhosamente por “Teca”, era
minha vizinha e tive o prazer de conhecê-la ainda bem jovem. Era, e ainda é,
uma pessoa linda, bem educada e como toda jovem, bastante ativa. A sua vida, entretanto, sofreu uma mudança muito grande após um acidente de carro que a
colocou numa cadeira de rodas. Na ocasião, uma das pessoas que estavam no
veículo morreu e outra sofreu vários ferimentos graves, mas graças a Deus, se
recuperou. Desde então, Angélica tem travado grandes batalhas contra a dor, a
aceitação da sua atual situação e contra todas as limitações, inclusive da
fala, que a impedem de ser livre. Grande foi a minha satisfação ao vê-la
aclamando que Jesus é o Senhor da sua
vida e bendizendo a Deus por ela. Angélica nos deu um testemunho muito bonito e
que nos deixou emocionados ao apresentar uma carta que pediu para que fosse lida
no grupo e que transcrevo aqui, com a sua autorização.
“Meu nome é Angélica, mas sou mais conhecida por Teca. Sou católica,
apostólica, romana e nunca me esqueci de que o nosso Deus é o mesmo, por isso
gostaria de deixar esta mensagem a vocês.
É com muita satisfação que venho lhes contar o meu testemunho, o que
aconteceu no dia 28 de janeiro de 2007.
Morava em Curitiba e vim pra Riversul para o baile do Havaí. No domingo
resolvemos ir para uma disputa de som em Itaporanga. Estávamos entre cinco
amigas e na volta, o carro em que estávamos caiu em uma ribanceira de 25 metros
de altura. Eu voei pela janela e cai à beira de um lago. Entrei em coma e
fiquei 3 meses desacordada. A primeira coisa que trouxe a minha memória de
volta foi a voz do meu ex-noivo (na época, noivo) pelo telefone. Aí me lembrei
de tudo e começaram a vir as informações sobre tudo o que havia acontecido.
Fiquei 6 meses internada.
Meu noivo, na época, me levou pra São Paulo e conseguiu uma vaga na
AACD, onde eu reaprendi a ter postura e consegui restaurar um pouco dos
movimentos do lado esquerdo. Fiquei um ano sem falar, mas isso foi em casa que
reaprendi.
Tive ao meu lado pessoas maravilhosas que me ajudaram, me deram muito
amor, muito carinho e muita força. Minha avó, minha mãe, minha família e
amigos, mas principalmente Deus, porque antes ia à igreja só de vez em quando.
Tinha Deus como um colega, hoje Ele é meu amigo. Deus mudou muita coisa em
minha vida. Antes, olhava para as pessoas e as via por fora e hoje aprendi a
ver como elas são por dentro.
Meu ponto de vista sobre o mundo mudou muito. Sei dar valor em tudo
porque sei ver Deus em tudo. Posso ter perdido os movimentos do lado esquerdo,
mas ganhei uma vida repleta de amigos verdadeiros, família e o principal: Deus
no meu coração. Gostaria, ainda, de deixar uma mensagem aos jovens! Para vocês, jovens como eu, quero dizer que a bebida não leva a lugar nenhum. O que para vocês , hoje, é diversão, amanhã pode se tornar muita dor, para vocês e para sua família. Não se arrependa! Eu me arrependo muito do meu passado, mas com ele, hoje, posso aconselhar vocês a não cometerem o mesmo erro (não se esqueça: bebida não combina com volante)."
Como Deus é maravilhoso, não é?
Angélica poderia ter se rebelado contra Deus, achando que ele é o culpado por
tudo de ruim que aconteceu na vida dela, entretanto, aceitou a sua doença, suas
limitações e fez dela um caminho para se aproximar D’ele. Desta forma
encontrou, segundo ela mesma disse na reunião, a paz que não conhecia. Uma paz
que a fez enxergar a vida e as pessoas de outra forma e que a tornou uma pessoa
feliz. Quis contar aqui sua história para que todos percebam que, na maioria da
vezes, nós mesmos somos responsáveis pelo que nos acontece, mas o nosso Deus,
que é um Pai misericordioso e bondoso nunca nos abandona, ao contrário, quando
estamos sofrendo é quando Ele mais se aproxima de nós e é capaz de transformar
um momento de dor em aprendizado, em crescimento e, na maioria das vezes, até
em alegria como podemos perceber no semblante de Angélica. Deus seja louvado
pela vida da Angélica e pelo momento de crescimento que ela proporcionou ao nosso
pequeno grupo.
Oi gente!!! Demorou, mas voltei! Por incrível que pareça, entrei de férias, estive viajando e desde que voltei tenho trabalhado muito em casa, por isso não tenho postado nada nesses últimos dias. Espero que me desculpem!
Bem, como o natal está chegando, resolvi postar algumas imagens que vão servir de inspiração para os enfeites que podemos fazer para as nossas casas. Ainda dá tempo pra deixar a sua casa linda e esperar pelo menino Jesus que já vem chegando. Todas essas imagens foram encontradas na página http://www.facebook.com/lardocereciclar . Ali você pode encontrar ótimas idéias. Vale a pena conferir!!!
E aí, gostaram? São enfeites fáceis de fazer e que vão deixar a sua casa mais alegre e festiva!
Se você morou em Riversul nos anos 70/80 é impossível que não tivesse conhecido o Jesus- Casadão. Era uma figura lendária que viveu no trecho Riversul-Itararé. Jesus não gostava de ser chamado de "casadão" e quando alguém o chamava assim, Jesus atirava pedras na primeira pessoa que visse pela frente! Muita gente tinha medo dele, inclusive eu! Mas ele era uma dessas pessoas que deixam saudades. Por sorte encontrei no youtube um vídeo gravado por Sílvio Mello com ele. Relembre e mate as saudades!
Encontrei também, no blog do Sidnei Vieira,http://riversulagora.blogspot.com.br este texto que foi publicado há muitos anos atrás e que eu não conseguia encontrar sobre a viagem que Jesus fez a São Paulo. Vale a pena conferir!
JESUS E SÃO PAULO
OU “ QUO VADIS?”
“Bem aventurados os humildes, porque deles será o reino dos céus.”
E Jesus chegou em São Paulo... não o Nazareno, o Messias, o Ungido, mas sim, o “nosso” Jesus. Aliás, José Jesus de Campos, que também aprendemos a gostar.
Não nasceu numa manjedoura e sim no lenheiro do Piagentino, lá em Ribeirão Vermelho do Sul. Seus pais, Eugenia e Pedro de Campos e não Maria e José. Mas a sua simplicidade, pureza e sinceridade, muito tem a ver com o Verdadeiro.
Que faz aquele homem no meio dessa cidade monstruosa, desumana, assustadora? No meio da multidão ele consegue se destacar. Seu andar é balançante com as pernas e braços abertos. Usa botas, blusão de couro, chapéu aba-larga, Ray-ban e, no cinto, um monte de chaveiros. E ele pede ajuda, pergunta, implora... Como veio parar ali? Como aconteceu?.
O Jesus se criou lá pras banda das Furnas, município de Ribeirão. Irmão do Chico Panela e afilhado do Zino Ribeiro. Tinha pavor de cidades. Contam que, para ir pela primeira vez para Ribeirão, já moço, teve que ser amarrado numa carroça. Acostumou. . Passado algum tempo veio, meio ressabiado, a Itararé, numa festa de São Pedro. Gostou. Daí por diante, seu mundo se restringiu ao eixo Furnas – Ribeirão – Itararé. E aquela figura bizarra, cheia de “nove horas”, passou a fazer parte do nosso cotidiano.
- Tanque vire mexe, sapéle vu do salapiá, comian terrebian, bom suã, quitar eu pra falá na língua dos estranja, heim!
E lá está ele, no meio da praça São Pedro, falando e gesticulando. Do canto da praça, um engraxate grita:
- Casado, ei casadão!
- Num fale assim seu jaguarordinário, vô dá parte de você pro delegado, infiliz!
Até hoje é mistério o ódio do Jesus pela palavra “ casado”. Sabe-se apenas que veio com ele desde Ribeirão. Aqui foi difundido – segundo ele mesmo- pelos dois “burro elétrico”: Gumercindo e Rofeu.
Um belo dia o Lúcio Mazorca convida o Jesus para uma viagem até São Paulo. “Conhecer a cidade que mais cresce no mundo, tirar fotografia no Jardim da Luz, subir de elevador até o último andar do Martinelli”. Topou na hora.
A noticia se espalhou rápida pela cidade.
A saída foi em frente ao bar do Frasson. Uma verdadeira multidão se postou ao lado do Ford F-600 do Lúcio- carregado com 120 sacas de feijão – que saiu buzinando e pedindo passagem.
Parecia festa, na rua gritos e vivas, das janelas acenos e na cabine um Jesus cheio de pose, estufado, orgulhoso...
Tiavórta, sapéle vú!
E o F-600 ganhou a estrada. Em Itapeva o Jesus comparou:
- Êêêê Tapeva! Paresque tem mais grota qui Riberão!
Um mundo novo ia se descortinando para ele. Capão Bonito, Itapetininga, Sorocaba...em Sorocaba viu, pela primeira vez, o asfalto.
- Intão esse é o tar do asfarto?Paresque a istrada tá assoiada, o caminhão nem faiz buia!
Chegaram. O ponto final será no mercado da Santa Rosa. Mas antes, na Consolação, uma parada para o lanche.
Desceram. O Jesus ficou parado, de boca aberta, olhando para o alto dos edifícios.
- O que ta achano, Jesuis?
- Deusolivre, tá pareceno casa da pomba! Nessas primera porta aqui debaxo a gente entra, mais naquelas lá de cima...desse tamanhico... só sê fô de quatro pé.
- Sarta duas média e dois sanduíche- pediu o Lúcio, dirigindo-se para o banheiro.
O Jesus sentou-se naqueles banquinhos giratórios e, todo faceiro, ficou rodando.
-Os dois Bauru?- indaga o garção.
- Não sinhor, o Lúcio é d´Itararé i eu sô de Ribeirão...qué dizê... num é bem Riberão, nasci no lenhero do Piagentino, mais tudo é a mesma bosta.
Antes que o garção perdesse a paciência, o Lúcio chamou- o para um lado e cochichou:
- Inquanto você faiz os Bauru, eu vô fazê uma marvadeza prô Jesuis. Vá intreteno ele aí, qui eu vô pôr o caminhão naquela travessa pra vê o que acontece.
Aconteceu. O garção se distraiu e , enquanto o Lúcio manobrava o caminhão, o Jesus saiu procurando, procurando...
Perdido. Em questão de minutos, aquilo que jamais poderia ter acontecido, aconteceu: um Jesus perdido bem no centro de São Paulo.
E ele gesticula, indaga, implora...
- O Sinhor poracaso viu o Lúcio Mazorca puraí?
-???
- Mais qui barbaridade, será pussive qui ninguém conhece o Lúcio? Ele tem um Fordão, ta tuda semana aqui im São Paulo bardiano fejão pro’ceis!
- Eu não sei a quem o senhor está se referindo.
Ara...o Lucio... magrelo, narizudo, irmão do Warte Mazorca sanfonêro, primo do Juca qui trabaia ca jardinêra do Carmo.
E ele foi andando, perguntando, se perdendo...
Na praça da República a banda da Polícia Militar tocava o Hino Nacional. Parou curioso. Um militar o repreendeu:
- Ei moço, será que o senhor não sabe? Ao se ouvir o Hino Nacional Brasileiro, tem que tirar o chapéu! Olha o respeito!
Humildemente obedeceu.
Na rua Direita, ao ver aquela multidão, tirou rapidamente o chapéu e perguntou:
- De quinhé o interro?
- Que enterro, isso aí é movimento mesmo, isso aí é São Paulo, meu chapa!
- Mais pra onde qui eles vão ino?
- Bem...eles vão indo...escuta aqui, ô cara, tá querendo me gozar? Te arranca.
Se arrancou para os lados da avenida São João. Numa loja de discos tocava o dobrado do IV Centenário. Ele parou, tirou o chapéu e, ressabiado, falou consigo mesmo:
- Antes que argum guarda venha me enchê o saco outra veis, vô ficá preparado, pode sê a tar qui tá tocano de novo.
No largo do Paissandu, um fio de esperança. Um guarda-civil, que de longe acompanhava seus passos e desespero, resolve intervir:
- Ei moço, parece que está “meio” perdido?
E Jesus extravasou:
- É...mais eu num tenho curpa, o curpado é o saranga do Lúcio Mazorca, aquele esquelético me largo sozinho aqui im São Paulo. Isso aqui é um inferno! Lá im Itararé si a gente vai pro lado do cimitério, sabe qui tá ino, se vai pro lado do Lavapé, sabe qui tá vortano. Aqui, a gente num sabe si ta ino o si ta vortano!
- Calma, vamos com calma, talvez eu possa lhe ajudar. O senhor tem documentos?
- Só tenho a reservista, i óia lá! É de tercera categoria. Eu bem qui quiria sentá praça, mais dissero qui eu num tinha leitura, qui era lavrador, coisa i losa... Ta aqui ó...
_ Chiii... Mas isso aqui está em petição de miséria.
- Bão...qui ta, ta, mais num óie com essa carranca pra mim, eu num tenho curpa. Foi um dia lá no Passa Treis. Eu tomei uma cancã d`água daquela, choveu umas duas horas a fiu, só farto moia o fiote. Aí eu dei uma rumada malemá, tirei outra fotografia no Janso i ponhei no lugar da veia. A sinatura do sargento borrô um poco, mais eu iscrivi por cima da sinatura veia.
- Mas isso é proibido fazer, você deveria ter requerido a segunda via e...
- Oi seu guarda, num venha cum parte de tatu-sem-unha pra cima di mim. Já me contaro a barda da guardaiada. Voceis vêm cum nhê-nhê-nhem só pra gente dá gorgeta. Só qui cumigo, pode i apiano da pitiça, eu tô ariado. A única coisa qui eu tô quereno, é qui argum cristão me ajude a vortá pra Itararé.
Diante daquele poço de ingenuidade o guarda, compadecido, resolveu ajudá-lo.
Meia hora depois ele estava no Centro de Triagem de Migrantes da Estação Júlio Prestes. Recebeu um passe gratuito de São Paulo a Itararé, segunda classe. Um funcionário preencheu sua ficha:
- Nome?
- José Jesuis de Campo.
- Casado?
- Óóóó...num fale assim, sinão eu carco uma tijolada im você, seu jaguarordinário!
- Calma, calma- intervém o chefe de repartição – ele só quer saber seu estado civil.
- Que qué isso?
- Se você é solteiro ou...
- Ah! bão! Sortero, é craro.
- Idade?
- Trinta i treis.
- Mãe...pai...
Em pouco tempo, o Jesus tomou conta da repartição com suas pataquadas, principalmente do chefe, que propôs:
- Quer jantar em minha casa?
_ Nem num quero! Tô atorado de fome, a tripaiada tão si ingulino!
- Querida, este é o Jesus de quem eu falei a pouco no telefone.
- Muito prazer “ seu” Jesus!
- Bom suã.
- Como ?
- Bon Suã é língua istrangêra, im brasileiro qué dizê: tudo pareio?
- Então o senhor veio conhecer São Paulo, que está achando?
Deus qui ataie, nem amarrado eu vorto aqui!
- Isso é falta de costume.
- Um rabo grosso acustumá nesse tropé? Isso é bem pirigoso! Tem mais gente qui a festa de São Bão Jesuis de Iguape. Jardinera eu contei umas cinqüenta, os trem anda no meio da rua, aqui o qui manda é os cobre. Até pra í na privada a gente tem qui pagá... carcule você cum dor de barriga i sem nicre...enche a cueca!
No meio de tanto falatório, ainda sobrou tempo para o jantar.
- O senhor aceita um melão de sobremesa?
- Quesperança! Esses melãozinho japoneis num Valim nada, a japãozada carcum veneno neles pra matá as praga, se a gente comê dá um rebostêio no buxo.
- Então uma Coca- Cola?
- Pioro, tem gosto de remédio. Agora si a sinhora tivé uma sodinha do Vilela, eu tomo.
- Jesus, conta pra gente, como é a sua cidade?
- Ah! Itararé é uma cidade que há de tê pra igualá, mais pra ganhá dela, eu disconheço. Lá tudo é conhecido, pode andá ariado aqui não passa nissidade, o povo é interado de bão. Me dão rôpa, cumida, poso na pensão da dona Julia, outras veiz na casa do Zé Briense...
- Jesus, um amigo me convidou para conhecer sua fazenda lá em Ribeirão Vermelho, até Itararé eu conheço...
- O sinhor vai de automove?
- Sim.
- Ah! intão é face. Chegano im Itararé, já no armazém do Gumercino, o sinhor vira às direita i vai imbora. Passa o Lavapé, qui é um riuzinho onde antes tempo a caipirada lavava os pé antes de entrá na cidade. Depois passa a Ponte Arta. No fim da subidão em um gaio de istrada, si pegá as direita o sinhor ta cagado, vai saí no olaria do Rodrigo Horte, na Inxuvia i no alambique do Zé Curturato, purisso pegue a mais triada. Mais pra frente passa no Cerrado, que é um patrimonho. Só gente boa mora ali, os Lanhor, a Peruciada, a Barrerada, a Vergarada, a Busnelada... Daí tem uma retona, no fim dela tem outro gaio, as direita o sinhor vai saí no Morro Vermeio, onde tem o cafezá do João Cheque, siga im frente. Depois vem um discidão, no meio dela tem a venda do Zé Lanhor, que é loco pra pegá carona, é bem capaiz qui ele peça uma pro sinhor.
- Bom, aí chegamos em Ribeirão?
- É bem bererém, tamo no começo de viaje. Nessa discidão é bão sortá o automove im ponto morto. Ai passa na frente da fazenda do dotor Pedro, qui uma veiz arranco um estrepe do meu pé i num cobro nem um tustão. Depois vem a Serrinha , ali tem qui ingatá uma sigundinha i tentiá, porque tem muita curva. Lá no arto tem a incruziada do Passo Fino i da Pedra Branca, siga im frente. Passa na fazenda Java, qui é dos Pimenter, mais quem toma conta é o Zé Mariano.
- Chegamos.
- Carma, ainda temo qui passá na venda do Chico Izartino, do Tonico , do Paricinho... No Paricinho tem qui tê cuidado, ali tem uma curva lazarenta de pirigosa. Um dia eu vinha vino co Mário Portela i ele entro meio de resbanguela na curva, quase qui nóis vai pro saco. É... voceis tão dano risada, mais si num é ele sê caroço na direção, nóis tinha ido pro cu do tigre!
- E daí?
- Bão, daí só tem o cruzo de Riberão cum Itaporanga, é só entrá às canha i descê pra Riberão. Viu cumo foi face? Num tem erro!
- Jesus do céu , perdemos o trem!
- Num tem portância, eu poso aqui e amanhã eu vô de mistro.
BIBLIOGRAFIA: JOSÉ MARIA DA SILVA ( JOSÉ MARIA DO PONTO)
Poema Para o Jesus Casado de Itararé
-Jesus Casado!
-Jesus Casado!
E aí, credo-em-cruz
Era palavrão para todo lado
Lá vem o Jesus Casado
Vestido maleixo feito Burt Lancaster depois da maleita
Todo finório na sua peregrinação cerrindo barulhanças
Olá pessoal! Hoje quero mostrar a vocês uma coisa que eu adoro que são molduras para espelhos! Encontrei quase todos no google e, apesar de não ter o passo a passo, creio que todos são muito simples de fazer!
Essa moldura de botões também vai ficar linda colorida! Hoje existe uma infinidade de cores, tamanhos e modelos de botões.
Que tal essa moldura feita com galhos secos pintados? Linda não é?
Você tem bijuterias que não usa mais? Aproveite e faça essa linda moldura.
Sobraram canos de PVC da reforma? Que tal usá-las numa moldura como esta?
Esta foi feita com pedaços de CDs. Não ficou uma gracinha?
E essa, feita de tampinhas de garrafas? Ficou muito legal não é?
Apesar de dar um pouco de trabalho, a moldura feita de folhas de jornal ficou muito bonita, concorda?
Encontrei esta maneira nova e muito simples de fazer tapetes usando um bambolê e tiras de camisetas velhas. Que tal se distrair e fazer tapetes lindos para a sua casa?
Apesar de não explicar os passos, acredito que as fotos mostram tudo.
Gostou? Então pegue suas camisetas velhas e comece a trabalhar!
Oi gente! Tenho recebido vários comentários de pessoas que moraram em Riversul, mas que hoje se encontram longe dessa terra! Muitas dessas pessoas nunca mais voltaram a esta cidade! Se você é uma delas, mate as saudades revendo os lugares que marcaram a sua vida. Encontrei esse vídeo no YouTube http://www.youtube.com/user/nando031189. Quem postou foi Josias França que morou em Riversul até os 13 anos de idade e hoje reside em Barra Bonita! A ele o meu agradecimento por postar essas imagens tão bonitas!
Espero que você tenha gostado! A nossa cidade está e estará sempre de braços abertos esperando por você! Obrigada pela visita ao meu blog!
Oi pessoal! Uma das coisas que eu mais curto é a customização. Além de reaproveitar aquilo que já temos, isso nos torna mais criativos, já que ao vermos uma imagem e imaginamos várias outras coisas que poderíamos fazer! Isso é ótimo para ativar o nosso cérebro e também para cuidar do nosso bolso!
Vejam esse vídeo que encontrei no YouTube. Não é o máximo?
Gostou? Então, mãos à obra! Sugiro que me mandem as suas customizações e posso publicá-las neste blog! Até mais!!!
Colar de pérolas com renda
Olá pessoal! Hoje eu encontrei um coisa que está em alta na moda e que é muito fácil de fazer. Um maxicolar de pérolas e renda, lindo, que vai dar uma cara nova à sua roupa! Vejam como é fácil de fazer!
Com linha e agulha você faz um franzido bem solto numa tira de renda, pra criar as ‘ondinhas’. Arremata. Com outro pedaço de linha, prega uma pérola por dentro de cada dobra. Um pedacinho de corrente fosca de cada lado, fechos e pronto!
Adoro o programa Lar Express do Canal Bem Simples. Ali você aprende coisas lindas e muito fáceis de fazer. Encontrei esse vaso estilizado que, além de ser simples, bonito e fácil de fazer, você ainda pode usar potes de vidro que iria jogar fora. Não é uma boa?
Você precisa de:
Vaso de vidro cilíndrico
Pedaços de papelão ou papel cartão
Furador
Tinta acrílica em tons café
Cera em pasta
Tiras de couro sintético
Passos
1
Corte o papelão de acordo com as dimensões do vaso, depois marque pontos nos lados menores, com 2 cm de distância entre um e outro e fure com o furador.
2
Para obter a aparência de couro, dobre o papelão em diferentes direções para fazer marcas que são características do couro natural.
3
Pinte com tintas acrílicas em tons de café com uma esponja. Deixe secar.
4
Aplique a cera em pasta sobre o trabalho para selar e dar brilho.
5
Coloque a peça em volta do vaso e prenda os extremos com as tiras de couro sintético.
Gostaram! Então fiquem atentas que logo postarei outras boas idéias como esta. Até mais!
Vi esse trabalho no Canal Bem Simples, no Programa Lar Express e achei lindo. Além disso, é muito fácil de fazer e você não vai gastar quase nada!
Você precisa de:
Jornal
Cola universal
Verniz à base de água
Moldura de madeira redonda
Espelho
Passos
1
Pegue uma folha de jornal e dobre-a várias vezes até obter uma tira de 4 cm de largura.
2
Cole a ultima dobra com cola universal. Faça várias tiras iguais. Pinte as tiras de jornal com os cinco tons de verniz.
3
Faça o entrelaçado das tiras combinando 3 cores na vertical e 2 na horizontal. Use um pouco de cola para fixar.
4
Cole o entrelaçado sobre a moldura de madeira usando a cola universal. Deixe secar.
5
Corte o excesso de papel jornal utilizando a borda da moldura como guia. Por ultimo pinte toda a volta da moldura com verniz marrom e coloque o espelho.
Não ficou lindo? Espero que tenha gostado! Até a próxima!
Oi! Meu nome é Mara,sou moradora da pequena cidade de Riversul, um lugar tranquilo e acolhedor, onde a violência e a agitação ainda não chegaram. Sou casada, tenho dois filhos e minha família é tudo o que mais amo! Resolvi fazer esse blog para juntar, no mesmo lugar, tudo o que mais gosto, artesanato, poemas, receitas, dicas de decoração e claro, coisas da minha cidade. Desejo informar que a maioria das postagens foram encontradas na internet e procuro dar crédito aos autores. Se alguém se sentir prejudicado, por favor entre em contato. Espero que gostem! Obrigada pela visita!
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primeira pergunta que ele me fez foi.
Eliana você colocou barra para suporte do lustre ...
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Um pouco atrasada, mais vim (:
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Para arrematar, que tal um radio e um abajur ?
Que show essa estante de caixotes e...
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mais correto...